Causa do Alzheimer, Parkinson e outras.
Diversas doenças mentais aumentaram muito em número desde o século passado. Em 1906, o psiquiatra e neuropatologista alemão Alois Alzheimer ao fazer uma biópsia em um paciente que tinha uma demência, descobriu microrregiões de neurônios atrofiadas, retorcidas, com as fibras enroscadas umas nas outras e cheias de placas estranhas. Os estudos sobre essa demência e outras continuam mas, nenhum deles ainda apresentou causas bem determinadas e continuam sendo consideradas sob o fator genético.
Após algumas observações foi elaborada uma tese com proposta no cruzamento das áreas humanas com a tradicional química de elementos. Como sabemos, o corpo humano possui dezenas de elementos químicos que são usados na química tradicional, e que podem ter os mesmos efeitos no interior do corpo. Nesse caso, apresentamos uma convergência com a constituição de pilhas elétricas, que são formadas e geram energia elétrica dentro do corpo humano.
Na química temos um tipo de pilha elétrica bastante simples e conhecida que é feita de Zinco e Mercúrio. No passado era usada em inúmeros equipamentos, e atualmente é bastante usada em relógios e muitos outros dispositivos. Uma célula produz 1,3 volt com uma longa vida útil, e com uma corrente variável com o volume dos componentes.
Essa pilha é produzida com um lado o Zinco Zn, onde forma Sulfato de Zinco ZnSO4, que ao oxidar libera elétrons formando cátions Zn+2, e do outro lado o Mercúrio formando Óxido de Mercúrio HgO, e são interligados com hidróxido de Potássio KOH como solução salina. Também temos uma variação dessa pilha que pode ser feita com Cobre Cu no lugar do mercúrio, produzindo o mesmo resultado. O ambiente para essa pilha é o Alcalino, mas em meio ácido funciona em diferentes graus.
Observamos que são todos elementos que o corpo humano possui naturalmente, menos o mercúrio. Que no organismo pode causar diversas doenças do sistema nervoso, Rins, sistema respiratório, visão e até câncer. O Zinco e o Cobre fazem parte de diversos alimentos e são bastante necessários ao corpo. E o Hidróxido de Potássio, solução salina, é o sal comum. Esses elementos se combinam para gerar eletricidade liberando seus elétrons e vão se degradando e formando uma pasta.
Temos então que sendo inevitável a união desses elementos dentro do organismo, combinados com um alto teor de solução salina no sangue, formam exatamente o modelo da pilha de mercúrio. Se distribuindo pelo organismo em proporções e níveis de salinidade diferentes, produzindo eletricidade em diferentes intensidades e durações. E os resíduos são liberados pelos sistemas de circulação e excreção, com exceção do Mercúrio.
Conforme a alimentação do indivíduo, os níveis de zinco, cobre, mercúrio, sal e a alcalinidade ou acidez do sangue, esses elementos vão se combinando e formando micro pilhas que fazem seus disparos elétricos assim que são combinados. Quando chegam aos micro vasos do cérebro, por menores que sejam os disparos elétricos quando se formam essas pilhas, já produzem consequências. Provavelmente que todo o corpo sente esses efeitos mas, sem dúvida que no cérebro os efeitos e os danos são maiores.
Uma consequente tese que foi levantada inicialmente, seria se um paciente com Alzheimer, ao ser imerso na água para o banho, com o corpo tendo acesso ao aterramento elétrico, as micro pilhas poderiam liberar suas descargas com mais intensidade. E com as poucas observações já feitas, foi confirmado que, ao ser imerso em água, o paciente tem alta rejeição logo no começo da entrada. Chega a ter espasmos musculares, ao ponto de ter de ser retirado. Por insistência do banho, após alguns instantes, o paciente volta a se acalmar. Vimos que a reação da limpeza com panos úmidos no paciente ainda na cama, é tranquila e sem surpresas.
Essa teoria do banho foi questionada logo no início da tese das micro pilhas, porque é exatamente o caminho da eletricidade quando encontra um aterramento. Sem dúvida que precisa de muitos esforços de estudos nesse ponto para calcular de quanta energia estamos falando. Mas que precisa ser verificada porque um banho pode se tornar um desastre para o cérebro.
A menos de dois séculos as pessoas tiveram acesso a uma grande variedade de alimentação que permitiu aumentar a nutrição, e por consequência a longevidade. Mas também produziu dezenas de novos problemas derivados da alimentação. Vemos inúmeros estudos apontando diversos problemas causados no cérebro com origem na alimentação dos indivíduos. Mas é uma ciência ainda em desenvolvimento, e apontamos aqui mais uma área de pesquisa.
Nessa tese, o que está sendo apontado são os alimentos contendo zinco, cobre, mercúrio e sal. Sendo o mercúrio adquirido nos peixes em águas contaminadas, e agravando que esse metal é de difícil excreção pelo organismo. Logo um período maior da alimentação com esse metal, leva a formação de pilhas bastante fortes e duradouras. Já o zinco e cobre, são excretados pelo organismo desde que não efetuem a combinação da pasta com o potássio(sal). Essa pasta forma emplastros difíceis de serem limpos, principalmente em microvasos.
A formação das micro pilhas nos micro vasos do cérebro produzem um pequeno potencial elétrico mas bastante danoso aos neurônios, porque fazem suas descargas diretamente sobre eles. E como são difíceis de serem removidas, vão se acumulando e aumentando em tamanho e potencial elétrico. Ao longo do tempo, as áreas com maior exposição aos emplastros da pasta elétrica, vão literalmente eletrificando os neurônios próximos até a sua destruição. Gerando pequenas áreas inertes, que não serão visíveis ao tomógrafo porque não geram problema de irrigação sanguínea, e não é possível avaliar essas áreas porque não é possível estimular exatamente elas para verificar o funcionamento. O resultado são áreas aparentemente saudáveis mas inertes, e que podem apresentar sintomas de redução do volume.
A proposta dessa tese é avaliar a composição química dos emplastros encontrados em biópsias. Avaliar o potencial elétrico delas e as regiões de acumulação. Certamente que são em micro vasos profundos que não são possíveis de analisar com o paciente vivo atualmente. Com a análise química das massas dos emplastros é possível elaborar um elemento químicos para fazer a fotoluminescência nas análises no tomógrafo.
A solução para o problema é, reduzir ou retirar o sal do paciente; retirar completamente os peixes contaminados com mercúrio da alimentação; retirar ou reduzir os alimentos ricos em zinco e cobre; introduzir alimentação desintoxicante rica em fibras. A desintoxicação do mercúrio puro é complexa, mas pode ser conseguida aproveitando a combinação desse elemento na massa elétrica. Conforme os resultados dos estudos, o banho precisará ser alterado para não permitir o aterramento elétrico do corpo.
Essa tese foi elaborada em 2017 e não pretende reter direitos autorais. O objetivo é apenas implementar as pesquisas nessas áreas. Como não existem publicações nessa área, não foi possível conseguir uma imagem melhor.
